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AIDA

Fundamentos

O que é AIDA

AIDA é o modelo clássico das etapas de persuasão: atenção, interesse, desejo e ação. Descreve o caminho mental que a pessoa percorre antes de comprar.

Na prática

Serve como régua para revisar qualquer peça: se o material não prende, não interessa, não faz querer e não pede ação, ele quebra em uma dessas quatro. É o mesmo esqueleto de uma landing page bem feita.

Um caso real

Uma página de vendas tinha manchete forte, prova social e depoimentos, e conversão baixa. Ao passar as quatro etapas como régua, ficou claro que faltava a última: o botão aparecia uma vez, no fim, sem dizer o que aconteceria depois do clique. Prender, interessar e fazer querer não bastam se ninguém pede a ação.

O erro mais comum

Usar o modelo como fórmula de escrita. Ele é bom pra revisar e ruim pra criar: texto escrito preenchendo as quatro caixas na ordem sai previsível. A pergunta certa é onde a peça quebra, não em que parágrafo colocar cada etapa.

De onde vem

A formulação é atribuída a Elias St. Elmo Lewis, em torno de 1898, no contexto do treinamento de vendedores. É um dos primeiros modelos de hierarquia de efeitos e influenciou praticamente tudo que veio depois, do funil de vendas às réguas modernas de copy.

Perguntas frequentes sobre AIDA

AIDA continua válido com compra não linear?
Como descrição de etapas psicológicas, sim: a pessoa precisa notar, se interessar, querer e agir, mesmo que faça isso fora de ordem e ao longo de semanas. Como mapa de percurso, envelheceu.
Qual a diferença pro PAS?
O PAS parte do problema, agita a consequência e apresenta a solução. AIDA descreve estados mentais; PAS descreve uma estrutura de argumento. Dá pra usar os dois na mesma peça.
Existe versão com mais etapas?
Existem várias, acrescentando satisfação ou retenção no fim. Todas tentam corrigir o mesmo ponto cego do original, que é terminar na compra e ignorar o que vem depois.