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Jornada do cliente

Funil

O que é Jornada do cliente

Jornada do cliente é o caminho completo da pessoa com a marca, do primeiro contato ao pós-venda, incluindo tudo que ela vê e sente fora do seu controle: busca no Google, comentário de amigo, avaliação de terceiro.

Na prática

Mapear a jornada serve para achar os pontos de atrito que nenhuma campanha resolve: formulário longo, prazo mal comunicado, atendimento que faz repetir o problema três vezes.

Um caso real

Uma rede de pet shop mapeou a jornada esperando encontrar problemas no atendimento. Encontrou no estacionamento: quem chegava de carro com o animal não tinha onde parar por perto e desistia. Nenhuma métrica de marketing capturava isso, porque o ponto de atrito estava antes de qualquer canal medido.

O erro mais comum

Desenhar a jornada só com os pontos que você controla. O mapa fica bonito e inútil, porque a maior parte da decisão acontece fora: no comentário do grupo de WhatsApp, na avaliação do Google, na conversa com quem já comprou. Jornada sem os pontos externos é fluxograma interno com outro nome.

De onde vem

O mapeamento de jornada vem do design de serviços e da experiência do usuário, disciplinas que já nos anos 1990 desenhavam o percurso completo da pessoa incluindo bastidores e emoção. O marketing adotou o método quando percebeu que o funil descrevia a venda, mas não a experiência.

Perguntas frequentes sobre Jornada do cliente

Jornada e funil são a mesma coisa?
Não. O funil é a visão da empresa sobre quantas pessoas avançam. A jornada é a visão da pessoa sobre o problema dela, inclui o que acontece depois da compra e inclui o que você não controla.
Como mapear sem pesquisa cara?
Conversando com dez clientes recentes e perguntando o que fizeram antes de encontrar você. Metade do valor do mapa está em descobrir os passos que ninguém na empresa imaginava que existiam.
Com que frequência atualizar o mapa?
Quando um canal novo entra na rotina do seu público ou quando a operação muda. Mapa de jornada é documento vivo; pendurado na parede há três anos, ele descreve um cliente que não existe mais.