Inteligência artificial
ChatGPT já responde por 92,4% do tráfego vindo de IA de conversa
Um estudo com 166 sites e 6,77 milhões de sessões mostra o tamanho da dependência de marketing de conteúdo num canal só.
3 de agosto de 2026
A guerra da IA tem vários nomes brigando por atenção: Gemini, Claude, Perplexity. O tráfego real de referência ainda reconhece um só. Um estudo da Previsible, com 166 sites e 6,77 milhões de sessões medidas, mostra o ChatGPT respondendo por 92,4% de todo o tráfego de referência vindo de IA de conversa.
Gemini e Claude crescem rápido, mas ainda brigam pelas migalhas que sobram. Pra quem faz marketing de conteúdo, o recado é direto: otimizar só pro Google já não é o suficiente, e depender quase 100% de um canal controlado por uma empresa só é um risco que ninguém deveria ignorar.
Por que isso importa pra quem faz marketing
O número tem duas leituras e as duas importam. A primeira é de oportunidade: existe um canal novo de tráfego que a maioria dos sites ainda não trata como canal. A segunda é de risco de concentração, e é a mais séria: depender de uma origem controlada por uma empresa só é a mesma armadilha que muita marca viveu com o alcance orgânico das redes sociais.
Na prática, o que dá pra fazer hoje é medir. Separar no seu relatório o tráfego vindo de assistentes de IA, ver quais páginas são citadas e entender o que elas têm em comum. Costuma ser conteúdo específico, com dado e com fonte, e não página genérica de categoria.
O que não se conclui é que SEO tradicional acabou. O volume absoluto de busca continua muito maior que o de referência por IA, e as duas coisas se alimentam: o que é bem posicionado na busca tem mais chance de ser citado na resposta gerada.
Fonte: Previsible, via @marketingamesorg.
IA virou vocabulário de marketing também, não só de tecnologia. O grupo "IA no marketing" é um dos que já apareceu no Cluster, o jogo diário do site. 16 termos, 4 grupos escondidos, explicação no fim. Sem cadastro.
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